Casamento no Templo Budista – Beto e Webster

Sobre o casamento de hoje? O casamento de hoje é a definição de que amor é amor, e sempre será! E que um lugar não precisa de ‘pompas’ para ser o “local perfeito”.

O templo budista é um cenário encantador para se realizar um casamento, porque lá também encontramos natureza, silêncio, beleza e calma. No lugar havia muitas árvores, árvores frutíferas, lago, cães, jardim coberto com lavanda e suculentas que brotavam do chão de pedra ao redor do templo. Para saber mais detalhes veja as fotos por completo e as palavras (em texto) da Natalia Carrion e do fotógrafo Julio Fujikawa, pois segundo eles o resultado desse dia foi uma fotografia cheia de vida, de amor e cumplicidade! ♥

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Eu começo escrever este post com os olhos marejados de tanta alegria, por ter feito parte de um momento tão especial na vida de duas pessoas queridas.

Era Maio, manhã de sábado quente, por causa do sol e do calor das pessoas! Foi neste cenário repleto de calma, silêncio e beleza que a união do Beto e Webster foi celebrada.

Não havia buffet, decorador, nem aquele “corre-corre” típico das preparações dos casamentos. Assim que chegamos, logo cedo, alguns amigos se dedicavam na preparação do almoço, na casa do Monge Enjo. No jardim todos eram recebidos pelos cães, que após alguns carinhos, procuravam preguiçosos um cantinho ensolarado para deitar.

Subimos por um lindo caminho gramado até o templo. Assim que todos se acomodaram, os toques no sino anunciam o início da cerimônia. Os noivos entraram juntos e ofereceram flores e incenso. “As ofertas são para evocar Buda e seus ancestrais para que eles abençoem os noivos. No altar também fica uma caixinha de incenso em pó, levado pela oficiante e aceso pelos noivos para evocar os seres iluminados”.

A batida do sino anuncia a leitura do sutra (poemas que contam a passagem do Buda pela terra) e, neste momento os convidados que estão participando da cerimônia religiosa juntam as mãos, inclusive os padrinhos. Este gesto quer mostrar que o ato do juntar as mãos significaria que a pessoa esta colocando sua mão junto à mão do Buda.

Um dos rituais mais significantes dessa cerimônia é o san-san-kudo. A bebida é servida em 3 xícaras, na maioria das vezes saquê, e cada um dos noivos têm de beber de cada uma das 3 xícaras, segurando-as com as duas mãos, completando 9 goles cada um. Este ritual remete às três jóias na religião: Buda, aquele que está desperto; Dharma, o caminho da compreensão e do amor, e Sangha, a comunidade que vive em consciência e harmonia.

Para cada tacinha, um significado:

1 – o Pinheiro, que permanece sempre verde em todas as estações. É a juventude, a força, a vida.

2 – o Bambu, que é flexível. Ele se dobra, mas não se quebra.

3 – a Flor da Ameixeira, porque é a primeira flor a desabrochar. Abre mesmo quando ainda há neve. Representa a beleza e a coragem.

A etapa seguinte são os votos, elaborados com antecedência pelos próprios noivos e lidos pelos dois, em conjunto, na cerimônia. Em seguida, o oficiante abençoa as alianças!

No final da celebração, todos os presentes fazem um minuto de silêncio e mentalizam a harmonia e felicidade dos noivos.

Após a cerimônia, todos brindaram no templo, e caminhamos juntos para o almoço!

A mesa do bolo foi posta no jardim, próximo ao lago! Alguns convidados e familiares estavam se despedindo, e pudemos fazer algumas fotos com o Beto, o Webster e o Dan (filho de 04 patas). O resultado, foi uma fotografia cheia de vida, de amor e cumplicidade!”

O casamento foi registrado com todo carinho e talento pelo fotógrafo Julio Fujikawa. Um dos nossos queridos fornecedores selecionados de Bragança Paulista, de São Paulo. Me encanto quando o trabalho é feito com amor, por profissionais que amam o que fazem.

Se você gostou do casamento do Beto e Webster clique em curtir e deixe seu comentário no final da página e ajude-nos a inspirar cada vez mais noivas por aí! ♥

Quem fez?

Fotos: Julio Fujikawa